segunda-feira, 19 de maio de 2014

FILOSOFIA - ATIVIDADES STE ALUNOS DO 3º ANO A (JOPA)

# CAÇA PALAVRAS
# COM AS PALAVRAS:
Democracia, Justiça, igualdade, respeito, ética, moralidade, liberdade, solidariedade, cidadania 
Produzir um texto informativo. 

Nome:_______________________________  Data



ETICA x DEMOCRACIA
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DEMOCRACIA
JUSTI
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IGUALDADE
RESPEITO
TICA
MORALIDADE
LIBERDADE
SOLIDARIEDADE
CIDADANIA


 

Ética X Democracia - 3º ano Jopa

Democracia, Justiça, igualdade, respeito, ética, moralidade, liberdade, solidariedade, cidadania são palavras que se ouve frequentemente e fazem parte do nosso cotidiano, porém tantas vezes soam de forma banal ocultando os reais valores e significados. O momento histórico atual revela a profunda necessidade da construção e disseminação de valores pessoais voltados para o interesse e o beneficio da sociedade, pois é certo que o estado democrático-legitimamente constituído para democracia – alimenta-se de princípios éticos, e tais questões não podem ser negligenciadas. Do mesmo modo, não se pode renegar a um plano secundário o convívio social pautado na justiça, na igualdade de oportunidades, na liberdade e no respeito às diferenças, enfim, em postura ética, que é requisito essencial para a concretização da sociedade cidadã. No inicio do século XX, o Brasil entra no processo de modernização, um avanço marcado pela dominação de alguns grupos de ricos, brancos, educados, e dolarizados que obtiveram uma relação de poder em campos específicos, da economia, saúde, política e militar, isso acarretou a exclusão social e gerou duas classes, a elite dominadora e a classe dos trabalhadores dominados. Estas desigualdades sociais têm servido de barreiras no processo de democratização. Embora a democracia esteja onipresente no mundo hoje, entende-se que uma das principais funções é proteger os direitos humanos fundamentais como: Liberdade de expressão, ter oportunidades de organizar e participar plenamente na vida política, econômica e cultural da sociedade. Todo ser humano nasce com direitos inalienáveis, e esses direitos capacitam as pessoas à buscarem uma vida digna. Sendo assim, nenhum governo pode conferi-los, mas todos devem protegê-los, a liberdade construída sobre uma base de justiça, tolerância e dignidade e respeito independentemente da etnia, convicção política ou classe social, permitindo assim que busquem esses direitos fundamentais, diferentemente de outrora em que as ditaduras negavam esses direitos humanos, e as sociedades livres lutaram continuamente para alcança-los. Todos nós temos direito a um trabalho com salário digno, uma boa educação, um atendimento mais qualificado na saúde publica, e devemos ressaltar também que são incluídos direitos civis, ou seja, dispor do próprio corpo, ter segurança no seu lazer do dia a dia. Cidadão que é cidadão tem que aplicar a sua cidadania, tendo consciência de seus atos, ser mais ativo nas suas decisões. Distinção étnica dos seres humanos - negros, índios e brancos que contribuíram para formar o povo brasileiro. Nosso país, embora se mostre socialmente corretamente perante a sociedade mundial, escondem em seu seio pessoas preconceituosas e sem escrúpulos, mesmo que seja uma reles minoria. Os meios de comunicação disseminam vários tipos de pensamentos, tantos positivos quanto negativos na mente dos jovens da população em geral, ajudando-os a compreender a realidade, sem ler, discutir ou informar-se sobre os fatos políticos, sobre seus direitos e deveres, as pessoas tornam-se alienadas. Grande parte da população brasileira desconhece sua historia, suas raízes culturais, e o sangue que corre nas veias do povo. Quando se fala em distinção ética, logo vem a mente os vários tipos de raça e culturas que o país e o mundo. A verdade cultural, econômica e religiosa das classes sociais contribui para que a sociedade tente ser capaz tratar as diferenças significativas entre o povo, de forma tal que seja mesmo tempo honesta e eficaz, porém sem se impor, há pessoas que falam e agem de forma desigual, sabendo-se que, somos iguais perante a lei, mas diferentes perante a diversidade de nossos aspectos físicos, de situação, de nossos comportamentos e valores se difere diante da Cor da pele, ser idoso, homossexuais, religião, mulher, e ao índio, e é chegada a hora desses direitos saírem do papel de fato e serem colocados em prática, pois hoje vivemos num país repleto de diferenças e que amanhã será mais justo e digno se passarmos a aceitar e respeitar o próximo como ele é de fato. Cidadania e qualidade de vida - Todos os dias ouvimos falar muito bem de cidadania e direito e deveres. Mas de fato, o que significa cidadania? Sendo este objeto de estudo que pretende falar, para este termo não há um conceito fechado, mas sim ações e fatos que vão relevar a ideia principal de sua significância. Dentro de uma sociedade esta inserida tal ideia, entretanto questionamos: Todos os seres humanos deste país exercem de fato sua cidadania? Sabemos que este exercício diz respeito a uma pequena parcela da população, pois tal pratica é muito mais complexa do que se pode imaginar. Um exemplo disso é quando a sociedade cria e ignora os meninos de rua, verdadeiros excluídos, sem lar, sem família, sem escola, sem alimento ou qualquer necessidade básica inerente ao próprio ser humano. Estes excluídos vivem ao relento sem perspectiva nenhuma de vida e, o mais preocupante, quase sempre entra na marginalidade. Muitas pessoas, ao passarem por eles cruzam os braços, finge não perceber o quadro da miséria e desolação criadas pela própria sociedade. Nada fazem para mudar essa situação, deixando o problema aumentar a cada dia. Porem , isto é apenas um dos muitos problemas vividos no país cidadão, não é apenas votar ou reivindicar seus direitos e sim participar ativamente na transformação de uma sociedade digna, em que seres humanos possam viver integrados uns com outros. Quando falamos em cidadania nos remetemos à ideia do direito de viver decentemente em respeito ao povo que compõe a Nação, cidadania é algo digno que se conquista em um conjunto de direitos que dá a pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Se você não exerce seu direito de cidadão acaba marginalizado ou exclui do da vida social, através da cidadania, podemos exercer todos os nossos direitos e lutar contra todas as formas de exclusão social, contra miséria e a fome presentes na sociedade. Ser cidadão é construir a cada dia novas relações e consciência; é algo que não se aprende com os livros, mas com a convivência diária na vida social. Exercemos a nossa cidadania quando tratamos de solidariedade, democracia, direitos humanos, ecologia e ética. A educação é a melhor forma de mostrar às pessoas que cada um deve exigir os seus direitos , pois nós, como cidadãos, devemos, sim, participar ativamente da nossa sociedade. O papel do educador é de vital importância nessa construção, pois é através dele que começamos a dar os primeiros passos para essa construção. A criação de práticas pedagógicas que envolvam com prazer o aprendizado, e a ação deve ser constante, pois desenvolve a capacidade do aluno de ser reflexivo e participativo nas questões escolares e sociais, porém sabemos que a educação passa por inúmeras dificuldades, e que no Brasil ela ainda é tratada com pouco caso pela maioria de nossos governantes. Mas sabemos ainda que nosso papel como cidadão seja agir e não deixar que este assunto, que é tão fundamental para o crescimento de uma nação mais justa e menos desigual, seja tão esquecido por todos, devemos interagir dentro das escolas e não deixar que as nossas crianças e os nossos jovens fiquem à mercê de governantes que estão apenas preocupados em nos conservar na mais completa ignorância, pois assim, os mandatários continuarão no poder, mantendo-nos sempre afastados dos nossos direitos de cidadãos, a partir do momento em que buscamos um ser humano capaz de lidar com a sua realidade, a cada nova geração revemos os nossos princípios educacionais e passamos a pensar em uma melhor qualidade de vida, que compreende a satisfação adequada das necessidades biológicas, a manutenção de um ambiente propicio à segurança pessoal, à possibilidade de desenvolvimento cultural e um ambiente social que favoreça a comunicação entre seres humanos, sem esquecer que nível, qualidade e estilo de vida estão inteiramente ligados ao ter, ao desfrutar e ao escolher na vida de cada pessoa. A qualidade de vida pode ser conceituada como grau maior ou menor de satisfação das carências pessoais, consiste mais claramente em visar às situações prazerosas, e menos em evitar aborrecimentos ou vivencias problemáticas. Não se pode falar de democracia, ética e cidadania sem mencionar educação como um processo de construção de ações transformadoras capazes de produzir uma sociedade livre, justa e solidária que garanta o desenvolvimento nacional diminuindo a pobreza e a marginalização, promovendo o bem estar de todos sem preconceito de classe social, raça sexo, cor, idade e qualquer outra forma de discriminação, estimulando a busca e da vivência de padrões éticos que possibilitem consolidar a nossa democracia e quem possamos desenvolver uma ação constante de cidadania, pois isto é algo que constrói-se o dia-a-dia dentro de uma sociedade. Bibliografia Democracia, Ética e Cidadania/Alunos da turma SBN 08 da UVA (Universiadade Vale do Acaraú), Belém, 2005

segunda-feira, 17 de março de 2014

atividades para o 1º ano D - na ste




1)    Quem criou o termo "Sociologia"?

a.       Auguste Comte (  )

b.      Emile Durkheim (  )

c.       Max Weber  (  )

d.      Karl Marx  (  )

e.      Georg Simmel  (  )

  2 -   O que é Sociologia?

a.       A Sociologia é a parte da filosofia da historia geral que estuda as ações do ser humano em meio a sociedade. (  )

b.      A Sociologia é o termo que sociólogos usam para definir as ações dos seres humanos perante a sociedade vivida por eles na época. (  )

c.       A sociologia é a parte das ciências humanas e estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições. (  )

 
 3 -  Sobre Emile Durkheim, marque a afirmativa falsa:

a.       Para Durkheim, a Sociologia deve estudar os fatos sociais, os quais possuem três características: coesão social, exterioridade e poder de generalização. (  )

b.      Durkheim entendia que a sociedade é um organismo que funciona como um corpo, onde cada órgão tem sua função dos outros para sobreviver. (  )

c.       Durkheim concebe a sociedade divida em duas classes: o proletariado e dos capitalistas. (  )

 4)   O que Comte defendia sobre a Sociologia?

a.       Ele defendia a ideia que a sociedade deveria ser dividida em classes, só assim funcionaria corretamente. (  )

b.      Ele defendia a ideia de que para uma sociedade funcionar corretamente, precisa estar organizada e só assim alcançaria o grande progresso. (  )

c.       Afirmava que o papel da Sociologia era observar e analisar os fenômenos que ocorrem na sociedade, buscando extrair esses fenômenos que ocorrem os ensinamentos e sistematizá-los para uma melhor compreensão. (  )



   5) Como surgiu a ideia de Cidadania, presente na Sociologia ?

a.       Surgiu na Idade Antiga após a Grécia conquistar a Roma e passaram a mandar em tudo e criar leis e regras intoleráveis na época. (  )

b.      Surgiu na Idade Média, onde os feudos passaram a mandar em tudo, e os servos que habitavam os feudos não podiam participar de nada. (  )

c.       Surgiu na Idade Média, após a Roma conquistar todos os povos e estabilizar leis para o povo. (  )

d.      Surgiu na Idade Antiga, após a Roma conquistar a Grécia, se expandindo cada vez mais para o resto da Europa. (  )

e.      Surgiu na Idade Moderna com o fim do Absolutismo e estabilizando novas leis e regras aceitadas pelo povo. (  )

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Ensinar e aprender felicidade

Gosto de textos que me levem a refletir. Reflexão é espírito curvando-se sobre si mesmo, pensamento sobre pensamento, mergulho nas profundezas do ser, fazendo de cada um de nós um espelho a refletir luz para outros espelhos.
Nestes dias,  que exerço o magistério não só por herança familiar, mas também por vocação, e sinto-me feliz quando estou em sala de aula, parei para refletir sobre um desses textos, o capítulo inicial do livro de Rubem Alves, “A alegria de ensinar”.
O autor começa falando sobre o sofrimento dos professores. Compara-o à dor do parto: “a mãe o aceita e logo dele se esquece, pela alegria de dar à luz um filho,” e quase como um acalanto para esse sofrimento, o texto cita um poema de Rückert, extraído de um livro de Hermann Hesse:

        Nossos dias são preciosos
        mas com alegria os vemos passando
        se no seu lugar encontramos
        uma coisa mais preciosa crescendo:
        uma planta rara e exótica,
        deleite de um coração jardineiro,
        uma criança que estamos ensinando,
        um livrinho que estamos escrevendo.

Pode um professor cultivar a alegria de um coração jardineiro, vendo seus dias preciosos passando, sem a justa recompensa pelo trabalho prestado? E se ao aluno que ele estiver ensinando não forem dadas condições para uma educação que lhe faça crescer? Família estruturada que seja a primeira escola de amor, valores e exemplos; escola atraente e acolhedora, que não o faça “carregar o peso de um conhecimento morto que ele não consegue integrar com a vida”; sociedade que ajude para que alunos e professores não se tornem reféns do medo e da violência; poder público que não se valha do cassetete para calar a voz de professores... Olhando por esse prisma, os versos do poeta parecem surreais. Mas como tudo na vida tem mais de um lado, é bom meditar sobre a lição mais cheia de esperança, de Rubem Alves.

Na polifonia do seu texto, aquele autor vai buscar no prólogo de Zaratustra, de Nietzsche, a inspiração para mais uma palavra de sabedoria. Observa que a trajetória do sábio começa com uma meditação sobre a felicidade, nascida na solidão: “uma taça que se deixa encher com a alegria que transborda do sol.” Todavia, chegado o tempo em que a taça se enche, ela não consegue conter tudo o que recebe e anseia transbordar, tal qual a abelha que não pode guardar só para si o mel que produz, tal qual o seio intumescido da mãe, suplicando que a boca do filho o esvazie.

Compreendendo que “felicidade solitária é dolorosa”, o sábio busca uma alegria  maior, compartilhar com os outros a felicidade que nele habita, e vai em busca de mãos estendidas com quem possa partir e repartir sua riqueza interior. Nesse momento, opera-se a transformação: “Zaratustra, o sábio, transforma-se em mestre. Pois ser mestre é isto: ensinar a felicidade.”
Essa é uma das lições sobre a qual sempre reflito, que procuro aprender e ensinar em minha vida como professora. Não se trata de encobrir as mazelas de um sistema político e socioeconômico no qual o professor ainda não tem o respeito e o lugar que merece, com um discurso banhado nas águas da pieguice, quando não na torrente da demagogia. Mas quem é professor sabe que as disciplinas que ensinamos não deixam de ser formas diversas de compartilhar sabedoria, e esta só é verdadeira sabedoria quando voltada para a construção de um mundo melhor. Isso não é ensinar e aprender felicidade?

Do mito à razão


Toda a nossa filosofia é uma filosofia do Mundo da Imaginação. É uma busca ferrenha por essa fantasia chamada “conhecimento”, e mais ainda, uma busca pelo “conhecimento verdadeiro”, como se houvesse um conhecimento verdadeiro.

O surgimento da filosofia se dá na Grécia, em VI a.e.c. (antes da era comum), num acontecimento que tomamos por um pequeno “milagre”, uma espécie de “salto de evolução” que chamamos a “passagem do mito à razão”. Numa época em que os deuses eram a explicação de tudo, passa-se a buscar explicações racionais para o mundo e as coisas do mundo. “Passagem do mito à razão”... Acho que valorizamos demais este acontecimento. Ele é antes uma passagem do mito ao mito. Do mito do conhecimento das forças divinas ao mito do conhecimento pelas forças da razão. Ambos, entretanto, têm a mesma origem: A imaginação.

Num momento se imagina que há deuses e forças divinas, no outro, que há “conhecimento verdadeiro”, que há “verdade” e que podem ser obtidos através da razão. Ambas as formas de tentativa de explicação do mundo, são apenas invenções da imaginação. Ambas são uma espécie de “conhecimento” e este tal conhecimento é ele mesmo uma invenção, uma espécie de sonho. Enfim, como bem disse o filósofo Jean-François Lyotard, “O triunfo da razão não passa de uma história que nos contamos”.