segunda-feira, 17 de março de 2014

atividades para o 1º ano D - na ste




1)    Quem criou o termo "Sociologia"?

a.       Auguste Comte (  )

b.      Emile Durkheim (  )

c.       Max Weber  (  )

d.      Karl Marx  (  )

e.      Georg Simmel  (  )

  2 -   O que é Sociologia?

a.       A Sociologia é a parte da filosofia da historia geral que estuda as ações do ser humano em meio a sociedade. (  )

b.      A Sociologia é o termo que sociólogos usam para definir as ações dos seres humanos perante a sociedade vivida por eles na época. (  )

c.       A sociologia é a parte das ciências humanas e estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições. (  )

 
 3 -  Sobre Emile Durkheim, marque a afirmativa falsa:

a.       Para Durkheim, a Sociologia deve estudar os fatos sociais, os quais possuem três características: coesão social, exterioridade e poder de generalização. (  )

b.      Durkheim entendia que a sociedade é um organismo que funciona como um corpo, onde cada órgão tem sua função dos outros para sobreviver. (  )

c.       Durkheim concebe a sociedade divida em duas classes: o proletariado e dos capitalistas. (  )

 4)   O que Comte defendia sobre a Sociologia?

a.       Ele defendia a ideia que a sociedade deveria ser dividida em classes, só assim funcionaria corretamente. (  )

b.      Ele defendia a ideia de que para uma sociedade funcionar corretamente, precisa estar organizada e só assim alcançaria o grande progresso. (  )

c.       Afirmava que o papel da Sociologia era observar e analisar os fenômenos que ocorrem na sociedade, buscando extrair esses fenômenos que ocorrem os ensinamentos e sistematizá-los para uma melhor compreensão. (  )



   5) Como surgiu a ideia de Cidadania, presente na Sociologia ?

a.       Surgiu na Idade Antiga após a Grécia conquistar a Roma e passaram a mandar em tudo e criar leis e regras intoleráveis na época. (  )

b.      Surgiu na Idade Média, onde os feudos passaram a mandar em tudo, e os servos que habitavam os feudos não podiam participar de nada. (  )

c.       Surgiu na Idade Média, após a Roma conquistar todos os povos e estabilizar leis para o povo. (  )

d.      Surgiu na Idade Antiga, após a Roma conquistar a Grécia, se expandindo cada vez mais para o resto da Europa. (  )

e.      Surgiu na Idade Moderna com o fim do Absolutismo e estabilizando novas leis e regras aceitadas pelo povo. (  )

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Ensinar e aprender felicidade

Gosto de textos que me levem a refletir. Reflexão é espírito curvando-se sobre si mesmo, pensamento sobre pensamento, mergulho nas profundezas do ser, fazendo de cada um de nós um espelho a refletir luz para outros espelhos.
Nestes dias,  que exerço o magistério não só por herança familiar, mas também por vocação, e sinto-me feliz quando estou em sala de aula, parei para refletir sobre um desses textos, o capítulo inicial do livro de Rubem Alves, “A alegria de ensinar”.
O autor começa falando sobre o sofrimento dos professores. Compara-o à dor do parto: “a mãe o aceita e logo dele se esquece, pela alegria de dar à luz um filho,” e quase como um acalanto para esse sofrimento, o texto cita um poema de Rückert, extraído de um livro de Hermann Hesse:

        Nossos dias são preciosos
        mas com alegria os vemos passando
        se no seu lugar encontramos
        uma coisa mais preciosa crescendo:
        uma planta rara e exótica,
        deleite de um coração jardineiro,
        uma criança que estamos ensinando,
        um livrinho que estamos escrevendo.

Pode um professor cultivar a alegria de um coração jardineiro, vendo seus dias preciosos passando, sem a justa recompensa pelo trabalho prestado? E se ao aluno que ele estiver ensinando não forem dadas condições para uma educação que lhe faça crescer? Família estruturada que seja a primeira escola de amor, valores e exemplos; escola atraente e acolhedora, que não o faça “carregar o peso de um conhecimento morto que ele não consegue integrar com a vida”; sociedade que ajude para que alunos e professores não se tornem reféns do medo e da violência; poder público que não se valha do cassetete para calar a voz de professores... Olhando por esse prisma, os versos do poeta parecem surreais. Mas como tudo na vida tem mais de um lado, é bom meditar sobre a lição mais cheia de esperança, de Rubem Alves.

Na polifonia do seu texto, aquele autor vai buscar no prólogo de Zaratustra, de Nietzsche, a inspiração para mais uma palavra de sabedoria. Observa que a trajetória do sábio começa com uma meditação sobre a felicidade, nascida na solidão: “uma taça que se deixa encher com a alegria que transborda do sol.” Todavia, chegado o tempo em que a taça se enche, ela não consegue conter tudo o que recebe e anseia transbordar, tal qual a abelha que não pode guardar só para si o mel que produz, tal qual o seio intumescido da mãe, suplicando que a boca do filho o esvazie.

Compreendendo que “felicidade solitária é dolorosa”, o sábio busca uma alegria  maior, compartilhar com os outros a felicidade que nele habita, e vai em busca de mãos estendidas com quem possa partir e repartir sua riqueza interior. Nesse momento, opera-se a transformação: “Zaratustra, o sábio, transforma-se em mestre. Pois ser mestre é isto: ensinar a felicidade.”
Essa é uma das lições sobre a qual sempre reflito, que procuro aprender e ensinar em minha vida como professora. Não se trata de encobrir as mazelas de um sistema político e socioeconômico no qual o professor ainda não tem o respeito e o lugar que merece, com um discurso banhado nas águas da pieguice, quando não na torrente da demagogia. Mas quem é professor sabe que as disciplinas que ensinamos não deixam de ser formas diversas de compartilhar sabedoria, e esta só é verdadeira sabedoria quando voltada para a construção de um mundo melhor. Isso não é ensinar e aprender felicidade?

Do mito à razão


Toda a nossa filosofia é uma filosofia do Mundo da Imaginação. É uma busca ferrenha por essa fantasia chamada “conhecimento”, e mais ainda, uma busca pelo “conhecimento verdadeiro”, como se houvesse um conhecimento verdadeiro.

O surgimento da filosofia se dá na Grécia, em VI a.e.c. (antes da era comum), num acontecimento que tomamos por um pequeno “milagre”, uma espécie de “salto de evolução” que chamamos a “passagem do mito à razão”. Numa época em que os deuses eram a explicação de tudo, passa-se a buscar explicações racionais para o mundo e as coisas do mundo. “Passagem do mito à razão”... Acho que valorizamos demais este acontecimento. Ele é antes uma passagem do mito ao mito. Do mito do conhecimento das forças divinas ao mito do conhecimento pelas forças da razão. Ambos, entretanto, têm a mesma origem: A imaginação.

Num momento se imagina que há deuses e forças divinas, no outro, que há “conhecimento verdadeiro”, que há “verdade” e que podem ser obtidos através da razão. Ambas as formas de tentativa de explicação do mundo, são apenas invenções da imaginação. Ambas são uma espécie de “conhecimento” e este tal conhecimento é ele mesmo uma invenção, uma espécie de sonho. Enfim, como bem disse o filósofo Jean-François Lyotard, “O triunfo da razão não passa de uma história que nos contamos”.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Plano de aula da WIKI - 1ª fase Grupo 2/ SOCIOLOGIA















Plano de aula da WIKI

Conteúdos:

 Instituições sociais: FAMÍLIA

 

- Socialização

- Hábitos cotidianos

Influência familiar na formação da identidade

Objetivos
- Compreender o conceito de socialização
- Analisar e discutir o papel do ambiente familiar para os processos de socialização e construção da identidade individual (socialização primária)
- Explorar outras formas de socialização como, por exemplo, o ambiente escolar e de trabalho (socialização secundária)

Materiais necessários
-  acessar
a reportagem "Meu amado ex-enteado" (Veja,2310, 27 de fevereiro de 2013)

Introdução:
A matéria de Veja, "Meu amado ex-enteado" discute a importância do ambiente familiar, argumentando que mesmo nos casos em que não existem laços sanguíneos, a família é o grupo social onde formamos os mais profundos e duradouros laços afetivos.

Segundo a sociologia, a importância da família para a formação individual é ainda mais complexa: é no ambiente familiar que aprendemos certos hábitos, costumes e valores que definirão nossas escolhas durante a vida adulta. Este plano de aula discute essa questão a partir do conceito de "socialização". Além de discutir a influência da família (socialização primária) na formação do caráter individual, aborda também outras formas de aprendizado social, que ocorrem nos círculos de amizade, na escola ou no trabalho (socialização secundária).Influência familiar na formação da identidade

Metodologia:
Análise dos textos:


Socialização primária e Socialização secundária.
E da reportagem "Meu amado ex-enteado" (Veja,2310, 27 de fevereiro de 2013)


Para os sociólogos Peter L. Berger e Thomas Luckman, autores do livro "A Construção Social da Realidade", todo o conhecimento que possuímos é produzido e influenciado pelas relações sociais que vivenciamos desde nossa infância. Para os autores, mesmo as ideias e hábitos que são assumidos como "senso-comum" ou "óbvios" são, na verdade, resultado de nossa inserção e papéis em determinados grupos sociais.
O conceito de socialização é fundamental para compreender esse aspecto da vida em sociedade. É por meio da socialização em diferentes grupos sociais que aprendemos as regras de conduta que são observadas pelos membros do grupo e, portanto, as formas de agir e pensar que são fundamentais para o indivíduo conviver em sociedade. Assim, os diferentes processos de socialização podem ser vistos como o próprio aprendizado da vida em sociedade.
A primeira forma de socialização (ou socialização primária) está relacionada ao ambiente familiar e é fundamental para os processos de socialização subsequentes, que acontecem no ambiente escolar e na vida adulta. É durante a socialização primária que as pessoas aprendem as principais regras de conduta, normas, valores, posições éticas e relações pessoais e de afetividade que irão possivelmente manter durante o restante de suas vidas.
As regras apresentadas para a criança durante a socialização primária são determinadas pelos pais ou responsáveis e apresentam-se como uma realidade objetiva, não-negociável. Por exemplo, os horários corretos para as refeições e o uso correto dos talheres são determinados pelos adultos, sendo assumidos como regras não negociáveis para a criança, que aprende a se comportar de forma a respeitar essas regras válidas em seu convívio social (é por isso que nossos hábitos pessoais como jovens e adultos é ainda muito similar ao que aprendemos quando crianças).
A socialização primária, no entanto, não diz respeito apenas às atividades e convenções da vida cotidiana, mas também aos valores e formas de relação interpessoal que iremos cultivar no futuro: se uma criança for socializada em um ambiente no qual atitudes discriminatórias em relação às minorias são comuns, ela tenderá a reproduzir esse padrão, pois percebeu que em sua família esse é um comportamento aceitável e correto. (Maiko Rafael Spiess)
Socialização secundária
A socialização secundária é diferente da socialização primária, mas ambas são fenômenos complementares. A proibição e a vergonha em relação à nudez são estabelecidas durante a socialização primária, no âmbito familiar, mas as regras de vestimenta são em muitos casos determinadas pela socialização secundária. Por exemplo, as escolas podem possuir uniformes e locais de trabalho e sugerir o uso de "roupas sociais" como terno e gravata, e alguns eventos especiais podem exigir o uso de certas peças de vestuário (como o vestido branco das noivas).

Tratam-se de ações guiadas por dois conjuntos de regras, diferentes porém relacionados. Certos padrões podem se manter de forma invariável (a obrigatoriedade do uso de vestimenta em público), mas os detalhes mais específicos (como o tipo de vestimenta adequado para cada situação) variam de acordo com o grupo social com o qual iremos interagir.

O mesmo vale para os padrões relacionados com a alimentação: durante uma refeição com um grupo de amigos, iremos escolher o restaurante e o tipo de prato de acordo com as preferências do grupo e opções disponíveis, mas nossos alimentos preferidos (e aqueles que desconhecemos ou detestamos!), os hábitos de uso dos talheres, as regras de etiqueta são herdados da socialização primária.

Como indica o sociólogo norte-americano Howard Becker, adaptamos nosso comportamento de acordo com as situações ou grupos sociais nos quais nos inserimos. Por um lado, as regras aprendidas na socialização secundária nos fornecem os meios para poder discutir e negociar o curso de ação que iremos tomar em cada situação específica, como a sala de aula, a fila do cinema ou o comportamento adequado no transporte coletivo. Por outro, nosso posicionamento e comprometimento depende principalmente de nossos valores e "formas de ver o mundo", adquiridos durante a socialização primária. Ceder um assento para um idoso no ônibus pode ser uma regra explícita em certas situações, mas a adesão à regra ou a rapidez em que nos levantamos para ceder o lugar remetem aos valores intrínsecos, aprendidos durante a socialização primária.

Não é impossível que as pessoas reavaliem ou abandonem costumes adquiridos durante a socialização primária, mas essa tarefa é sempre bastante difícil. Valores e costumes construídos durante a socialização primária são muito mais internalizados e íntimos do que as normas aprendidas na socialização secundária. A socialização secundária possui ainda um grau maior de "anonimato". O mesmo conhecimento e regras sociais podem ser ensinados por um professor ou outro, ou por grupos sociais diferentes, uma vez que fazem parte de "universos sociais" mais amplos. Com isso, costumam demandar menos comprometimento pessoal. Sua importância, porém, não pode ser negada. (Maiko Rafael Spiess)

Após a leitura:
Solicitar que os alunos dividam-se em grupos e  cores diferentes para anotar a conclusão do grupo .
a)      Discutir quais hábitos aprendemos com a família e quais são adquiridos na fase adulta.
b)     Definir os conceitos de socialização primária e secundária.


Avaliação:

Os alunos serão avaliados por sua participação na aula, domínio do conteúdo (socialização, individualização), capacidade de raciocínio crítico e criatividade




Nelson Mandela




 

Nelson Mandela dedicou uma vida inteira contra a segregação racial que dominava a África do Sul
 
O líder sul-africano Nelson Mandela foi um dos mais importantes sujeitos políticos atuantes contra o processo de discriminação instaurado pelo apartheid, na África do Sul, e se tornou um ícone internacional na defesa das causas humanitárias. Nascido em 18 de julho de 1918, na cidade de Transkei, Nelson Rolihlahla Mandela era filho único do casal Henry Mgadla Mandela e Noseki Fanny, que integrava uma antiga família de aristocratas da casa real de Thembu.

Mesmo após ter suas posses e privilégios retirados pela ingerência da Coroa Britânica na região, a família viveu um período de tranqüilidade, até quando Henry Mgadla faleceu inesperadamente, em ano de 1927. Com essa reviravolta em sua vida familiar, a mãe de Mandela se viu obrigada a deixar seu unigênito sob os cuidados de Jongintaba Dalindyebo, parente da família que tinha condições de zelar pela vida e a educação de Nelson Mandela.

Nesse período de sua vida, o jovem Mandela teve oportunidade de ter uma ampla formação educacional influenciada pelos valores de sua própria cultura e da cultura européia. Com isso, o futuro ativista político conseguiu discernir como o pensamento colonial se ocupava em dizer aos africanos que eles deveriam se inspirar nos “ditames superiores” da cultura do Velho Mundo. Após passar pelas melhores instituições de ensino da época, o bem educado rapaz chegou à Universidade de Fort Hare.

No ambiente universitário, Mandela teve oportunidade de tomar conhecimento da luta contra o apartheid promovida pelo Congresso Nacional Africano (CNA). Entretanto, antes de lutar contra o problema social que tomava seu país, Nelson Mandela se voltou contra as tradições de seu próprio povo ao não se sujeitar a um casamento arranjado. Mediante o impasse, o jovem se refugiou na cidade de Johannesburgo, onde trabalhou em uma imobiliária e, logo em seguida, em um escritório de advocacia.

Vivendo nesta cidade, Mandela aprofundou ainda mais seu envolvimento com as atividades do CNA e deu continuidade aos seus estudos no campo do Direito. No ano de 1942, com o apoio de companheiros como Walter Sisulu e Oliver Tambo, fundou a Liga Jovem do CNA. Na década de 1950, os ativistas aliados à Mandela resolveram realizar uma grande manifestação de desobediência civil onde protestavam com as políticas segregacionistas impostas pelo governo do Partido Nacional.

Essa grande manifestação política resultou na elaboração da Carta da Liberdade, importante documento de luta onde a população negra oficializava sua indignação. Em 1956, as autoridades prenderam Nelson Mandela e decidiram condená-lo à morte pelo crime de traição. No entanto, a repercussão internacional de sua prisão e julgamento serviram para que o líder ficasse em liberdade. Depois disso, Mandela continuou a conduzir os protestos pacíficos contra a ordem estabelecida.

Em março de 1960, um trágico episódio incitou Nelson Mandela a rever seus meios de atuação política. Naquele mês, um protesto que tomou conta das ruas da cidade de Sharpeville resultou na morte de vários manifestantes desarmados. Depois disso, Nelson Mandela decidiu se empenhar na formação do “Lança da Nação”, um braço armado do CNA. Naturalmente, o governo segregacionista logo saiu em busca dos líderes dessa facção e, em 5 de agosto de 1962, Mandela foi mais uma vez preso.

Após enfrentar um processo judicial, Mandela foi condenado à prisão perpétua, pena que cumpriria em uma ilha penitenciária localizada a três quilômetros da cidade do Cabo. Nos vinte e sete anos seguintes, Mandela, o preso “466/64”, ficou alheio ao mundo exterior e vivia o desafio de esperar pelo tempo em sua cela. Nessa época, consolidou uma inesperada amizade com James Gregory, carcereiro da prisão que se impressionou com os valores e a dignidade de seu vigiado.

Nesse meio tempo, após a desarticulação do movimento anti-apartheid, novos movimentos de luta surgiram e a comunidade internacional se mobilizou contra a sua prisão. Somente em 1990 – sob a tutela do governo conciliador do presidente Frederik Willem de Klerk – Nelson Mandela foi liberto e reconduziu o processo que deu fim ao apartheid na África do Sul. Em 1992, as leis segregacionistas foram finalmente abolidas com o apoio de Mandela e Willem de Klerk.

No ano seguinte, a vitória política lhe concedeu o prêmio Nobel da Paz e, em 1994, foram organizadas as primeiras eleições multirraciais da África do Sul. A vitória eleitoral de Nelson Mandela iniciou o expurgo das práticas racistas do Estado africano e rendeu grande reconhecimento internacional à Mandela. Depois de cumprir mandato, em 1999, Mandela atuou em diversas causas humanitárias. O líder sul-africano exerceu também um grande papel na luta contra a AIDS.
Nelson Mandela faleceu em 05 de dezembro de 2013, em sua casa, na cidade de Johannesburgo, em decorrência de uma infecção pulmonar.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
http://www.brasilescola.com/biografia/nelson-mandela.htm